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19/03/2009

Homem de 59 anos atacado por três cães raçados de Pitbull e Rottweiler.

(Fonte: O Verdadeiro Olhar)

Um homem de 59 anos foi mordido por três cães que guardavam um armazém de madeira, em Reiros, Vandoma, concelho de Paredes. Os canídeos são raçados de pitbull e rottweiler e vão ser abatidos pelos donos, familiares da vítima.
 
José Barbosa, residente em Vilela, deu entrada no Hospital Padre Américo com cortes e ferradelas em todo o corpo, sobretudo na cabeça, mas teve alta médica seis horas depois.

Vítima protegeu-se com um pau

Já há muitos anos que José Barbosa, 59 anos e residente em Vilela, não visitava o armazém de madeira do irmão, situado no lugar de Reiros, freguesia de Vandoma. Foi lá na manhã de ontem sem razão aparente. “Não tinha nenhum motivo para cá vir”, refere, no local do acidente, o sobrinho Nuno Barbosa.

Pouco depois de entrar no terreno com um hectare, José Barbosa foi atacado pelos três cães que, desde 2005, guardam a propriedade dos “Móveis David”. Durante cerca de 50 metros, José Barbosa foi mordido pelos canídeos, que só se afastavam quando o homem lhes batia com um pau que, entretanto, conseguiu agarrar. “Quando vi o senhor já ele estava cá fora. Estava muito ferido e a sangrar pelo corpo todo, mas sobretudo na cabeça. Tinha também um dente a cair”, descreve Ricardo Dias, o primeiro a chegar junto da vítima.

O funcionário da fábrica em frente ao armazém conta também que José Barbosa “perdeu os sapatos e tinha a roupa toda rasgada”, mas que mesmo assim queria conduzir o seu carro até ao hospital. “Ele estava em choque e fui eu que o sentei numa lata e chamei a ambulância”, afirma Ricardo Dias.

Pouco depois do ataque dos cães, Ricardo ainda não tinha percebido como é que o homem de 59 anos conseguiu escapar ao incidente, até porque, diz, “se ele não conseguisse chegar ao portão só seria descoberto quando alguém viesse dar de comer aos animais”.

A mesma ideia é defendida pelo filho do dono do armazém. “Raramente alguém cá vem”, frisa Nuno Barbosa.

O jovem revela ainda que os três cães vão ser abatidos. Aliás, na tarde de ontem, os canídeos foram recolhidos do armazém de madeira, onde, avança Nuno Barbosa, vão ser colocados outros cães. “Sofremos muitos assaltos e temos de guardar a madeira de alguma forma”, sustenta.

Rss
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