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26/10/2009

Aquecimento global aumenta infecção canina

(Fonte: Diário de Notícias)

Estudos sobre o aquecimento global mostram que há uma tendência para o aumento do período de transmissão da leishmaniose canina, por crescimento do período de actividade dos insectos transmissores - os flebótomos. 

Em Portugal, este período pode prolongar-se até Novembro. Mesmo os cães que vivem dentro de casa podem ser vítimas dos flebótomos.


"Devido às alterações climáticas, a época da actividade dos parasitas tem aumentado e os cães ficam mais susceptíveis e durante mais tempo a contrair infecções, transmitidas pelas pulgas, carraças e pelo insecto flebótomo - vulgarmente chamado de mosquito. É essencial estar atento e prolongar no tempo a aplicação dos produtos antiparasitários, como por exemplo as coleiras impregnadas de deltametrina recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)", alerta Rodolfo Neves, veterinário da Intervet Schering-Plough.

Para Rodolfo Neves é essencial que os donos dos animais estejam cientes de que até os cães que passam a maior parte do tempo dentro de casa, podem contrair a leishmaniose. 

Esta doença tem uma evolução crónica e, sem tratamento, pode levar à morte do cão. "A prevenção é a medida mais importante para a saúde do animal", lembra. 

Segundo um estudo realizado pelo Observatório Nacional das Leishmanioses, Portugal regista uma prevalência de Leishmaniose elevada, com mais de 110 mil cães infectados, 6% da população canina. 

A OMS recomenda a utilização de coleiras impregnadas de deltametrina como principal forma de prevenção durante o período de alerta para a transmissão da leishmaniose, ou seja, de Abril a Novembro.

Rss
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